Raíssa Eloá Capareli Dadona

A menina Raíssa tinha 9 anos, era autista e estava com sua mãe numa desta à tarde no CEU - Centro Educacional Unificado que fica em Anhanguera região norte de São Paulo, quando sua mãe a deixou na fila do Pula-Pula e foi pegar pipoca para seu irmão, ao voltar segundos depois a menina havia desaparecido. Imediatamente os funcionários e participantes da festa começaram a procurar a menina que foi encontrada 2 horas depois por um adolescente no parque que fica na área da escola,  ela estava pendurada parcialmente em uma árvore por um cordão. 

A polícia foi acionada e isolou o local. Raíssa estava com manchas de sangue no rosto e lesões no ombro. Próximo de onde ela estava, os guardas viram marcas de sangue no chão, além de um par de chinelo, um saco plástico e uma capa de tecido TNT.

 

Mistério é como este menor de 12 anos que confessou o crime conseguiu levar a Raíssa até este local, em câmeras de segurança próximas do local aparece os dois caminhando juntos sem que a mesma demonstrasse algo estranho, isso é inexplicável pois como autista ela não falava com estranhos, segundo a família, ela só saia com a mãe ou com o irmão.

O menor de 12 anos que confessou o crime contou algumas versões sobre como aconteceu, onde teria tido ajuda de outro, mas por fim assumiu que foi ele e esta detido na Fundação Casa desde 29/09/19, dia do crime.  Este menor provavelmente tem algum tipo de transtorno de personalidade, pois segundo relatos de vizinhos do menor e da Raíssa ele era agressivo. Resta saber como este caso vai ser tratado, uma vez que o crime foi cometido por um menor que nossa lei protege mesmo tendo cometido um crime hediondo.

https://noticias.r7.com/sao-paulo/caso-raissa-familiares-e-amigos-prestam-homenagens-a-menina-07102019

https://agora.folha.uol.com.br/sao-paulo/2019/10/advogado-diz-que-vai-pedir-apoio-psicologico-a-mae-de-raissa.shtml